Sou psicanalista e desenvolvo atendimento clínico a partir de uma ética da escuta, na qual cada pessoa é acolhida como singular: não apenas pelo que “vive”, mas por como interpreta, sente e simboliza sua própria experiência. A clínica psicanalítica, para mim, é um trabalho de tempo, linguagem e responsabilização: um percurso em que o sujeito pode reconhecer repetições, nomear conflitos, elaborar perdas, sustentar escolhas e construir novas formas de relação consigo e com o outro.
Atendo pessoas em diferentes momentos de vida e em distintas configurações de sofrimento psíquico, especialmente quando há angústia persistente, ansiedade, oscilações de humor, esgotamento, conflitos afetivos, dificuldades de vínculo, impasses familiares, crises existenciais, luto, transições importantes (mudanças de cidade/país, parentalidade, separações) e sensação de desencontro entre desejo e vida cotidiana. Na psicanálise, não se trata de oferecer um “manual” de soluções, mas de criar condições para que o sujeito encontre uma fala própria — e, com ela, alguma liberdade diante do que o aprisiona.
O atendimento pode ocorrer online, em horários combinados e continuidade semanal (ou em frequência a ser definida no início do processo). Trabalho com atenção rigorosa à confidencialidade e aos princípios éticos que sustentam a prática clínica.